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O que é a NFC-e

Tire todas as sua dúvidas sobre a NFC-e e evite problemas com o leão

Desde 01 de janeiro de 2018 a emissão da NFC-e (Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica) passou a ser obrigatória em restaurantes, bares, pizzarias e outros estabelecimentos do segmento food service em diversos estados do País. E com a nova obrigatoriedade, muitas dúvidas sobre o tema surgiram.

A mudança na legislação fiscal chegou para tornar digital e automática a transmissão dos dados das operações de venda no comércio varejista para a Receita Federal e Secretarias de Fazenda dos Estados (Sefaz). Isso simplifica o cumprimento das obrigações tributárias acessórias para os contribuintes e aumenta o poder de controle do fisco.

Para você saber como adequar o seu negócio à NFC-e e não correr o risco de sofrer as consequências e penalidades que o descumprimento da legislação pode causar, nós produzimos este conteúdo esclarecedor sobre o assunto. Confira!

Sobre a NFC-e

De existência apenas digital, a NFC-e documenta e armazena de forma eletrônica os dados das operações de venda realizadas no seu estabelecimento e os transmite para a Sefaz do seu estado em tempo real. Esse sistema elimina erros, aperfeiçoa a fiscalização e diminui consideravelmente a burocracia e os custos para o negócio.

Com a nova legislação, a NFC-e substitui os antigos ECFs (Emissores de Cupons Fiscais) e o extrato entregue ao consumidor pode ser impresso por uma impressora comum, sem a necessidade da aquisição de um equipamento específico.

Agora emitir a NFC-e é obrigatório nos seguintes estados

A nova legislação ainda não está em vigor em todo o Brasil, mas se o seu restaurante está localizado em um dos estados listados abaixo deve se adequar o mais breve possível à NFC-e.

  • Acre
  • Alagoas
  • Amapá
  • Amazonas
  • Bahia
  • Ceará
  • Distrito Federal
  • Espírito Santo
  • Goiás
  • Maranhão
  • Mato Grosso
  • Mato Grosso do Sul
  • Pará
  • Paraíba
  • Paraná
  • Pernambuco
  • Piauí
  • Rio de Janeiro
  • Rio Grande do Norte
  • Rio Grande do Sul
  • Rondônia
  • Roraima
  • Sergipe
  • Tocantins

Caso seu negócio opere no estado de São Paulo, fique atento também às regras de adequação ao S@T Fiscal.

Entenda como se adequar à nova legislação

Para saber se o seu estabelecimento se enquadra no perfil de negócio que está obrigado a emitir a NFC-e em sua região, o ideal é acessar o portal da Secretaria de Fazenda do seu estado. A Sefaz é o órgão dos governos estaduais responsáveis por regular a tributação das empresas.

A emissão da NFC-e não requer a compra de uma impressora fiscal ou outro aparelho específico. No entanto, para gerar o documento e sua versão que será entregue ao consumidor é preciso ter um certificado digital e dispor de um software de gestão que se integre à Sefaz.

Na hora de escolher o sistema que será usado em seu restaurante para fazer a emissão dos documentos fiscais, atente-se:

  • à compatibilidade do programa com a nova legislação
  • à interface do software, que deve ser simples e fácil de operar

Esses dois quesitos são fundamentais para tornar mais prático o cumprimento das suas obrigações com o fisco.

Confira os benefícios da NFC-e para o seu negócio

A NFC-e é uma medida contra a sonegação fiscal, ação criminosa que pode trazer graves penalidades para seus praticantes. Mas a nova legislação fiscal também traz diversos benefícios para os contribuintes, alguns deles estão listados abaixo:

Economia

Como já dissemos, a NFC-e dispensa a aquisição do equipamento ECF, o que resulta na redução de custos pela aquisição e manutenção dos aparelhos.

O novo sistema também proporciona economia considerável de papel, já que a maioria de seus registros é feita de forma digital e não precisa ser impressa. Essa economia é benéfica também para a preservação do meio ambiente, já que ajuda na preservação de árvores.

Mais segurança

Os registros, transmissões e armazenamentos da NFC-e são feitos praticamente sem nenhuma intervenção humana. A alta tecnologia empregada no processo diminui a ocorrência de erros e aumenta muito a segurança para o consumidor e também para o dono do estabelecimento.

Mais agilidade

O processo eletrônico torna a emissão dos documentos fiscais muito mais ágil, já que o preenchimento de dados é rápido, por ser parametrizado, e a transmissão acontece em tempo real.

Emissões ilimitadas

Ao contrário do cupom fiscal, a NFC-e não tem limites de emissão. Então, mesmo que você venda em grande quantidade, não será penalizado por exceder um número determinado de cupons. Assim, fica livre desse tipo de gasto.

Conheça os riscos que você corre ao não se adequar à NFC-e

Tenha cuidado, pois a não conformidade com a NFC-e pode trazer sanções e penalidades para você e para o seu negócio. As punições pelo não cumprimento da legislação fiscal varia de estado para estado e podem ir desde multas até o cancelamento da inscrição estadual da empresa.

Além das consequências legais, a não obediência à lei tributária pode prejudicar também o seu negócio das seguintes maneiras:

  • perda de fornecedores, que preferem não fazer negócios com empresas que não atuam em conformidade com a lei.
  • afastamento de clientes, que podem optar por não comprar em um restaurante que não garante transparência em sua operação e não passa confiabilidade, característica muito valorizada pelo consumidor.
  • perda de credibilidade, sem se adequar às regras tributárias, seu restaurante passa a ser visto com maus olhos pelo mercado.
  • custos altos para regularização do restaurante junto ao fisco. O atraso na adequação de seu estabelecimento à nova legislação pode trazer prejuízos futuros, devido aos gastos que serão necessários para a legalização do negócio.

Não deixe seu restaurante funcionar fora da lei! Aproveite as informações neste artigo e se adeque o mais rápido possível à NFC-e!

Para ter acesso a outros conteúdos ricos como este e receber dicas de como gerenciar seu negócio sem ter problemas com o fisco, acompanhe sempre as postagens aqui, no blog eComanda.

Entenda o S@T. Kit S@T fiscal

Entenda o S@T e saiba como evitar problemas com o fisco

O S@T, Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos, é um equipamento que emite, documenta e envia de forma eletrônica, automática e periódica dados das operações de venda nos comércios varejistas para a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz).

Em São Paulo, ele começou a substituir o ECF, antigo emissor de cupons fiscais, em abril de 2015. E desde janeiro de 2018 deve ser usado obrigatoriamente por todos os restaurantes que tiveram renda acima de R$ 60.000,00 em 2017.

Se você tem dúvidas sobre como funciona, o que é preciso para se adequar e quais os riscos de não ter o S@T em seu estabelecimento, nós escrevemos este artigo com todas as informações que você está buscando. Confira!

Sobre o S@T fiscal

Instituído pela Sefaz-SP, o uso obrigatório do S@T é uma medida contra a sonegação de impostos. A nova regra tem como objetivo eliminar erros e simplificar a emissão e o envio de documentos fiscais do varejo ao órgão público. Para isso, o sistema gera o CF-e (Cupom Fiscal Eletrônico) e transmite os arquivos com o registro das atividades comerciais. Esse envio é realizado de forma automática, sem que você precise fazer qualquer formatação ou ajuste.

De existência apenas digital, a validade jurídica do registro das operações realizadas pela nova tecnologia é garantida pela assinatura digital feita pelo equipamento S@T, por meio do seu certificado digital próprio.

Com o novo sistema, o consumidor final passa a receber como comprovante de sua aquisição, no lugar do cupom fiscal, o extrato do CF-e-S@T. Nele, há um QR Code que permite fácil acesso ao site da Sefaz e a mais informações sobre o produto comprado.

Diferenças entre o S@T e o ECF

Ao contrário do sistema anterior, que utilizava o Emissor de Cupons Fiscais (ECF), o S@T dispensa o uso de uma impressora fiscal. Além disso, seu equipamento pode ser compartilhado por vários caixas, não exige o acesso ininterrupto à internet e permite o cancelamento de qualquer operação até 30 minutos depois de sua realização.

Por transmitir o registro das atividades comerciais automaticamente, sem a necessidade de formatação ou correção, o S@T elimina erros e facilita a emissão do extrato de compra para o cliente e o envio das CF-e-S@T à Sefaz. Assim, você sofre menos com reclamações de consumidores, que querem segurança e transparência em suas compras. E também diminui os riscos de receber autuações e multas por deixar de emitir uma nota ou informar dados incorretos ao fisco.

O S@T agora é obrigatório

Desde 01 de janeiro de 2018 todos os restaurantes do estado de São Paulo com renda bruta superior a R$ 60.000,00 em 2017 estão obrigados a se adequar ao S@T.

Os ECFs devem ser substituídos pela nova tecnologia também em todos os estabelecimentos em que o equipamento completar cinco anos da primeira lacração. A data está indicada no Atestado de Intervenção do aparelho.

Já os restaurantes abertos de 01 de julho de 2015 em diante devem emitir o CF-e-S@T a partir da data da inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS, observando no ano da inscrição o que está publicado no Portal da Secretaria da Fazenda de São Paulo.

IMPORTANTE: o S@Té a tecnologia fiscal válida no estado de São Paulo. Se o seu restaurante opera em outra região do País, atente-se à legislação local e às normas para se adequar à NFC-e. 

Como se adaptar à nova legislação

Para emitir o CF-e e transmitir os dados das operações para a Sefaz, o equipamento S@T precisa ser usado em conjunto com um sistema de gestão ou um software para frente de caixa compatível com a nova tecnologia fiscal.

A adequação do seu restaurante ao S@T requer:

  • equipamento S@T
  • impressora não fiscal
  • aplicativo para frente de caixa oferecido por uma empresa em conformidade com a legislação atual.

Por lei, o envio dos CF-e-S@T à Sefaz deve ser feito dentro do prazo de 10 dias, por isso é importante garantir que o equipamento S@T seja conectado à internet pelo menos uma vez nesse período. O prazo para a transmissão dos dados começa a ser contado a partir do momento em que a ocorrência é realizada e os cupons enviados depois do tempo determinado são considerados sem validade legal.

Conheça os riscos de não adequar seu negócio ao S@T

O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo e cumprir as obrigações fiscais pode ser bastante complicado e oneroso. Mas para que o seu restaurante, bar ou pizzaria possa crescer de forma sustentável, é fundamental estar em dia com as obrigações legais.

Adequando-se ao S@T você:

  • reduz custos no seu estabelecimento, pois o sistema dispensa a aquisição de um equipamento S@T para cada caixa, a compra de aparelhos auxiliares caros ou o acesso contínuo à internet.
  • torna mais simples e fácil cumprir as obrigações fiscais acessórias, economizando mais tempo para dedicar a outras atividades do seu negócio.

Tenha cuidado! Os restaurantes não adequados ao S@T são considerados irregulares pelo fisco e estão sujeitos às penalidades previstas na legislação. Além disso, a não conformidade com o novo sistema pode resultar na:

  • perda de clientes, que podem optar por não comprar em uma empresa que não garante transparência e segurança em suas vendas. O consumidor dá muito valor à confiabilidade e sua empresa pode perdê-la se estiver fora da legalidade.
  • redução da credibilidade do restaurante, pois o mercado não vê com bons olhos negócios que não se adequam à legislação.
  • abandono de fornecedores, que podem encontrar obstáculos para negociar com empresas que não estão em dia com o fisco e, por isso, deixar de atender ao seu restaurante.
  • altos gastos para a regularização da situação do estabelecimento junto ao fisco por conta do atraso na adequação. Os custos para legalizar a empresa podem desencadear problemas financeiros e deixar o caixa no vermelho.

Não submeta seu negócio aos riscos de não estar em conformidade com as exigências do fisco: adeque-se o mais breve possível à nova tecnologia fiscal usada no estado de São Paulo.

Quer mais informações sobre o S@T e como evitar dores de cabeça por problemas fiscais? Então, curta a página da eComada no Facebook e fique de olho nas novidades que vêm por aí.